quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A influência africana.


A cultura africana é extremamente diversificada e suas características retratam tanto a história do povo quanto a de seu continente. Isso acontece porque os habitantes da África evoluíram em um ambiente cheio de contrastes e com várias dimensões. Culturalmente eles diferem muito entre si, falam um vasto número de línguas, praticam diferentes religiões, vivem em habitações diversificadas e se envolvem em inúmeras atividades econômicas.
No Brasil, a cultura africana chegou através do tráfico negreiro que trouxe para o País povos da África na condição de escravos. Da mesma forma que os indígenas, os africanos tiveram sua cultura repreendida pelos colonizadores. Mesmo assim foram eles que ajudaram a dar origem às religiões afro-brasileiras, e trouxeram muitos de seus costumes para a dança, música, culinária e idioma.



Gabriela Cristine. N°19

domingo, 24 de agosto de 2014

Natureza

A África é um continente onde a natureza tem um lugar especial, é um continente virgem na qual se destacam vários ecossistemas diversificados, aqui destaca-se zonas montanhosas, paisagens, zonas de arbustos, florestas tropicais, tudo em diferentes zonas climáticas.



Em África, existem vários ecossistemas que foram encontrados no Norte de África em Magreb, o Sahara, a Savana, desertos como por exemplo o deserto de Kalahari, da Namibia, ou os grandes lagos no centro do continente. Além disso, também é de destacar a alta montanha, o Kilimanjaro ou o Atlas como os mais destacados, bem como as áreas de floresta negra. Entre as suas ilhas e arquipélagos destaca-se Cabo Verde, Madagascar, Seychelles, Maurícias, ou a Ilha de Zanbizar.


África é o principal destino do mundo para todos os amantes da natureza e de aventura, percorrer África pode ser uma aventura, desfrutar da fauna e da flora, das plantas endémicas e das suas flores, bem como das espécies animais, que só se podem encontrar neste continente, é uma oportunidade incrível para qualquer amante da natureza.



A savana, a floresta, o lago, o mar ... os ecossistemas são variados, incluindo locais como o Kalahari ou do Serengeti, conhecida mundialmente pela sua beleza, bem como o Lago Vitória e do Lago Tanganica, os dois mais importantes do continente localizados na região do Sudão, do Congo, da Tanzânia  e do Quenia, mas não pode esquecer também a extrema beleza do deserto do Sahara, ou do deserto da Namibia, na selva do Congo, os parques naturais da  África do Sul, etc ...



Layssa Feliciano n° 29

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Em 2050, África terá 40% das crianças do mundo

Daqui a 35 anos, África poderá ter 25% da população mundial. A UNICEF defende a educação das crianças para tirar partido das alterações demográficas profundas.


Em 35 anos, nascerão quase dois milhões de bebés só em África, o que fará com que a população duplique neste espaço de tempo, refere o relatório da UNICEF Geração 2030/Relatório sobre África, apresentado esta terça-feira em Joanesburgo, África do Sul. Em 2050, 40% de todas as crianças do mundo terão nascido em África, serão mil milhões de crianças. Em 1950, apenas 10% das crianças do mundo viviam no continente africano, 100 anos depois serão 40%, refere o comunicado de imprensa.
Se o passado da humanidade se centrou em África, o futuro também se centrará. Atualmente, 16 em cada 100 pessoas no mundo são africanas. Em 2050, 25% da população mundial será africana – 2,4 mil milhões de pessoas – e, no final do século, serão 39% – 4,2 mil milhões de pessoas, tantas quantas existiam no mundo em 1977. A Nigéria, onde se verifica o maior número de nascimentos do continente, vai reclamar para si 10% dos nascimentos mundiais em 2050.
O aumento da população, sobretudo da população jovem, contrariando o que acontece nos países desenvolvidos, deverá ser aproveitado e potenciado – em 15 países de África mais de metade da população são crianças com menos de 18 anos. “Este relatório deve servir como catalisador para um debate internacional, regional e nacional sobre as crianças africanas,” afirmou Leila Gharagozloo-Pakkala, directora regional da UNICEF para a África Oriental e Austral. “Investindo nas crianças de hoje – na sua saúde, educação e protecção –, a África poderia tirar partido das vantagens económicas como as que ocorreram noutras regiões e países que passaram por alterações demográficas semelhantes.”
Por isso a aposta em programas baseados na igualdade tem de ser uma prioridade, conforme defende Manuel Fontaine, director regional da UNICEF para a África Ocidental e Central. “Se o investimento nas crianças africanas não for considerado prioritário, o continente não conseguirá aproveitar plenamente esta transição demográfica nas próximas décadas. Sem políticas equitativas e que favoreçam a integração, o ritmo de crescimento pode anular as tentativas para erradicar a pobreza e até aumentar as disparidades.”
A educação das crianças, em especial das meninas, é um dos pontos referidos – Harandane Dicko/UNICEF
Com a maior taxa de natalidade do mundo, o continente africano encara também uma elevada taxa de mortalidade infantil. É em África que morre metade das crianças do mundo, mas daqui a 35 anos poderá ser 70%. Uma em cada onze crianças morre antes do seu quinto aniversário, uma taxa 14 vezes superior à média dos países de rendimento elevado, refere o relatório. Também a esperança média de vida é muito inferior à dos países desenvolvidos -58 anos em África, menos 12 anos do que a média global.
Um terço das mortes de crianças com menos de cinco anos ocorre nos países africanos com conflitos armados. Dos 34 países apontados, em 2014, pelo Banco Mundial como vivendo em contextos de fragilidade e conflito, 20 estão em África. Um quarto da população africana vive nestes 20 países, assim como três em cada dez crianças com menos de dez anos.
“As alterações demográficas profundas, pelas quais a população de crianças africanas vai passar, estão entre os problemas mais importantes que o continente enfrenta, e são, sem dúvida, um assunto crucial para o mundo,” sublinha o relatório, que diz que a aposta deverá estar na expansão do acesso a serviços de saúde reprodutiva e em medidas para reforçar a autonomia das raparigas e para as manter na escola.
                                                           Amanda Melo nº03


Número de elefantes caçados supera o de nascidos, aponta estudo

De 2010 a 2012, 33.630 elefantes foram caçados ilegalmente na África.
Declínio da espécie é de 2% a 3% ao ano, segundo pesquisa.


A caça ilegal de elefantes na África pode ser pior do que se estimava nos últimos anos, o que estaria colocando em sério risco o futuro desse animal no continente - alertou um novo estudo, publicado nesta segunda-feira (18).
Pesquisadores da Reserva Natural Samburu do Quênia elaboraram um novo modelo de todo o continente, que permitiu detectar um aumento no número de elefantes mortos.
O trabalho, publicado pela revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences" ("PNAS"), destaca que as populações desse mamífero estão caindo a um ritmo de 2% ao ano, um declínio que supera sua capacidade de reprodução.
"Basicamente, isso significa que estamos começando a perder a espécie", alertou o autor encarregado do estudo, George Wittemyer, professor assistente no Departamento de Pesca, Vida Selvagem e Biologia da Conservação da Universidade do Estado do Colorado, nos Estados Unidos.
Embora a quantidade de elefantes vivendo na natureza seja difícil de estimar, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês), avalia que existam entre 470 mil e 690 mil destes animais no continente africano.
O estudo aponta que, em relação à população existente destes animais na África, a taxa anual de elefantes caçados ilegalmente entre 2010 e 2012 foi de 6,8%, o que representa um total de 33.630 animais mortos pelas mãos de caçadores ilegais nestes três anos.
Embora a caça tenha diminuído sutilmente em 2012, os números ainda são muito altos, o que dá lugar a um declínio nas populações de 2% a 3% ao ano, após se levar em conta as taxas de reprodução.
África Central, Tanzânia e Moçambique são as regiões mais afetadas pela caça ilegal, afirmaram os autores do estudo. Apenas na África Central, as populações de elefantes diminuíram 63,7% entre 2002 e 2012.
Valorização do marfim
De acordo com o estudo, a caça ilegal aumenta, sobretudo, quando o preço do marfim alcança US$ 30 o quilo. "Atualmente, é de US$ 150, e a caça ilegal se torna um grande problema", destacou Wittemyer.
"Nossas análises mostram um elevado preço no comércio ilegal de marfim pago pelos elefantes da África e sugerem que a taxa de caça atual é superior à capacidade estimada de reprodução da espécie", alertaram os autores do trabalho.
No começo do século XX, 20 milhões de elefantes foram contabilizados na África, mas seu número caiu para apenas 1,2 milhão em 1980.
Apesar de a caça da espécie ter sido proibida em 1989, atualmente, restam apenas 500 mil desses animais, apontam números da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies em Risco de Extinção (Cites).





















                                                             Amanda Melo nº03

Natureza

Elefantes são mortos na África por armas de conflito na Líbia, diz ONU

Caçadores estariam com armamento poderoso, remanescente de guerra.
Elefantes estão sendo mortos em ao menos 4 países, como Camarões.


Grupos armados da África Central estão usando armas poderosas, algumas possivelmente remanescentes da guerra civil da Líbia, para matar elefantes, denunciou a Organização das Nações Unidas (ONU) no início desta semana.
Em relatório ao Conselho de Segurança, o secretário-geral Ban Ki-moon disse que a caça de elefantes para a extração do marfim causa crescente preocupação, especialmente em Camarões, República Centro-Africana, Chade e Gabão.
Ban disse que o tráfico de marfim pode ser uma importante fonte de financiamento para grupos armados como o Exército de Resistência do Senhor, do fugitivo comandante rebelde Joseph Kony. "Também preocupa que alguns caçadores estejam usando armas cada vez mais sofisticadas e poderosas, algumas das quais, acredita-se, podem ser originárias da Líbia", afirmou o relatório.
Segundo a ONU, mais de 11 mil elefantes foram mortos entre 2004 e 2013 no parque Minkebe, no Gabão, e 86 animais - inclusive 33 fêmeas prenhas - foram abatidos durante uma semana em março no Chade. Em um parque nacional de Camarões, disse o relatório, mais de 300 foram mortos durante dois meses no ano passado.
"A situação ficou tão séria que as autoridades nacionais em alguns países, como Camarões, decidiram usar o Exército, em complemente à aplicação da lei, e ordenar que agências de segurança procurem os caçadores", disse Ban.
Funcionários da ONU dizem que a crescente demanda da Ásia por marfim está ajudando a estimular a caça ilegal de elefantes.

Thamires Vitória nº39

Conflitos

África: Continente possui maior número de conflitos armados


A França iniciou no dia 11 de janeiro uma intervenção militar em Mali, na África, para deter o avanço de rebeldes islâmicos, que já controlam parte do país africano. Mali é uma antiga colônia francesa e um dos países mais pobres do mundo, com metade da população de 12 milhões de habitantes vivendo abaixo da linha de pobreza.
Em março do ano passado, grupos ligados à rede terrorista Al Qaeda iniciaram um levante, após um golpe de Estado que derrubou o governo local. Eles conquistaram a região norte do país, localizada no meio do deserto do Saara, e ameaçavam chegar à capital, Bamako.
O governo do socialista François Hollande justificou a operação com o risco de Mali se tornar um foco de grupos terroristas, como o Afeganistão, nação asiática ocupada há 11 anos pelos Estados Unidos.
A França mantém relações comerciais na região e, atualmente, possui oito cidadãos reféns dos insurgentes de Mali. A Europa teme ataques terroristas em represália à invasão francesa.  Já a ONU estima que 4,2 milhões de malianos imigrarão por causa dos combates e, desta forma, precisarão de ajuda humanitária.
O roteiro da guerra civil em Mali é o mesmo de todos os conflitos na África nas últimas décadas: um país pobre sofre um golpe militar, que resulta em lutas sangrentas e população massacrada pela fome. O único elemento novo nessa trama é a atuação de radicais islâmicos, que assumiram o lugar das guerrilhas comunistas nos tempos da Guerra Fria.
A África é o segundo maior e mais populoso continente do mundo. É também o continente com maior número de conflitos duradouros em todo o planeta, de acordo com a ONU. De um total de 54 países que compõem a África, 24 encontram-se atualmente em guerra civil ou em conflitos armados, de acordo com um levantamento do site Wars in the World.
As batalhas mais devastadoras ocorrem, hoje, em Ruanda, Somália, Mali, República Centro-africana, Darfur, Congo, Líbia, Nigéria, Somalilândia e Puntlândia (Estados declarados independentes da Somália em, respectivamente, 1991 e 1998). Esses combates envolvem 111 milícias, guerrilhas, grupos separatistas ou facções criminosas.
Os países em guerra ficam na chamada África Subsaariana, que compreende os territórios que não fazem parte da África do Norte e do Oriente Médio. A região é caracterizada pela pobreza, instabilidade política, economia precária, epidemias, baixos indicativos sociais e constantes embates entre governos e rebeldes.
São disputas que, neste século 21, carecem de contornos ideológicos ou claras motivações sociais e políticas. Distinguem-se, portanto, do movimento popular da Primavera Árabe.
Genocídios
No final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), movimentos nacionalistas e anticolonialistas travaram guerras para conquistar a independência das nações africanas. Nos anos 1970 e 1980, sucessivos golpes militares e disputas étnicas impediram a continuidade política e, consequentemente, o desenvolvimento da região.
De modo geral, as guerras africanas não são guerras entre países, mas conflitos internos. Eles têm como principais causas a falência do Estado, batalhas pelo controle do governo e a luta por autonomia de grupos étnicos.
O que mais chama atenção, contudo, é a brutalidade dessas disputas, sobretudo aquelas travadas após os anos 1990. Genocídios, massacres, estupros em massa, exército de crianças e extermínio de comunidades inteiras com facões e machados compõem a barbárie. A fome é outro instrumento usado pelas facções, que destroem as plantações e expulsam populações de seus lares.
Diferente das guerras no século 20, os atuais conflitos africanos matam, em 90% dos casos, civis, não militares.
A Segunda Guerra do Congo é considerada o conflito armado mais letal desde a Segunda Guerra Mundial. Em 2008, 5,4 milhões de pessoas foram mortas, a maioria de fome. Ruanda foi palco de um dos maiores genocídios da história do continente. Em apenas cem dias, entre os meses de abril e junho de 1994, 800 mil pessoas foram mortas no país, a maioria da etnia tutsi.
Em Darfur, desde 2003 os conflitos deixaram cerca de 400 mil mortos, segundo estimativas de ONGs, e 2,7 milhões de refugiados, gerando uma das piores crises humanitárias deste século.
Refugiados
Outra consequência dos conflitos é a expulsão de milhares de pessoas para campos de refugiados. Isso provoca, por sua vez, uma crise humanitária, com a proliferação de doenças e a fome que dizimam a população.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR, na sigla em inglês) calcula em 43,3 milhões o número de pessoas expulsas de seus países, em todo o mundo, sendo que 15,2 milhões delas têm o status de refugiados. Afeganistão e Iraque, países ocupados pelas forças americanas no começo deste século, possuem o maior número de refugiados, seguidos de Somália e Congo. O maior campo de refugiados no mundo fica no Quênia, com 292 mil pessoas.
Mesmo com a ajuda humanitária, os países em guerra não conseguem se reconstruir. Ao final dos combates, a pouca infraestrutura existente e serviços foram devastados, atrasando ainda mais o progresso econômico. Teme-se que a guerra em Mali componha a mesma narrativa.
                                                          Thamires Vitória nº39

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Fatores demográficos e ambientais favorecem vírus emergentes que ameaçam humanos.


Vírus com os da Aids, da Sars, do H1N1 e do ebola ocupam com frequência as primeiras páginas dos jornais, impulsionados pela pressão demográfica, pelas mudanças climáticas e por fenômenos migratórios.
“As doenças virais emergentes estão em ascensão, principalmente por causa da densidade e da mobilidade das populações”, resumiu Arnaud Fontanet, encarregado da unidade de Epidemiologia das Doenças Emergentes do Instituto Pasteur, em Paris.
A opinião do especialista é compartilhada por Jean-François Delfraissy, diretor da Agência Nacional de Pesquisas sobre a Aids, que destaca que os vírus emergentes “chegam, fundamentalmente, dos países do sul, ou seja, da Ásia ou da África” e sua propagação para o resto do mundo é facilitada pelas viagens de avião.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 154 novas doenças virais foram descobertas entre 1940 e 2004, das quais três quartos são infecções transmitidas do animal para o ser humano (zoonoses). Este foi o caso do vírus da Aids, transmitido aos homens pelos chimpanzés na África, provocando uma das epidemias mais mortais dos últimos cinquenta anos, que já deixou 40 milhões de mortos.
As doenças emergentes também podem ser causadas por “mutações ou recombinações virais”, observadas particularmente nos vírus da gripe.
- Reserva animal – Um vírus pode, finalmente, “emergir” em uma região onde até então estava ausente porque as doenças e os animais atravessaram fronteiras e alcançaram populações não imunizadas, tornando-se, assim, mais virulentas: o melhor exemplo continua sendo o do vírus do Nilo Ocidental, transmitido pelos mosquitos.
Isolado em 1937 em Uganda e detectado depois no Oriente Médio nos anos 1950, o vírus chegou em 1999 na América do Norte, onde se propagou rapidamente, deixando centenas de vítimas, geralmente falecidas por meningite ou encefalite.
Antes de atacar o ser humano, os vírus podem permanecer muito tempo confinados em uma reserva animal, geralmente aves selvagens ou morcegos, destacou Fontanet.
Para ir mais longe, precisam de “hospedeiros intermediários” mais próximos do homem, como o porco, as aves de criação ou os mosquitos, além de condições favoráveis.
Flavio nº18

A aids na África

A aids na África



A AIDS é vista atualmente como uma ameaça ao continente africano, é uma tragédia sem previsões que assola grande parte dos países, pois diminui suas taxas de natalidade.

A AIDS é uma doença contagiosa que pode ser adquirida através de relações sexuais sem uso de preservativos, transfusão de sangue, drogas injetáveis com agulhas usadas. Ainda sem cura, atinge milhões de pessoas na África Subsaariana, o problema é tão grave que de cada cinco mortos um é de decorrência da AIDS.

Nos países Zâmbia e África do Sul, cerca de 20% de toda população adulta e jovem encontra-se contaminada com a doença; em Botsuana, cerca de 39% da população entre 15 e 49 anos estão com a doença e em Lesoto e Zimbábue, o percentual é de 20%, esses são dados da OMS (Organização Mundial de Saúde).

O governo do Quênia, diante do flagelo provocado pela doença, sugeriu de forma ingênua que a população deixasse de fazer sexo por um período de dois anos. Segundo o governo, esse tempo serviria para diminuir a expansão do vírus, já que entre a população de 30 milhões de habitantes, 3 milhões estão infectados.

O índice de pessoas contaminadas está crescendo, em 2001, aproximadamente 5,3 milhões pessoas contraíram a doença dos quais, segundo a OMS, menos de 1% realizaram o tratamento, o restante provavelmente morre sem saber sequer que tinha a doença.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.

                                                        Gustavo Fernandes Farias Nº24

domingo, 17 de agosto de 2014

Conflitos - Centro de isolamento para doentes de ébola sofre ataque !

Jovens atacaram na noite de sábado uma ala do centro de isolamento de doentes com Ébola em Monrovia, capital da Libéria, causando a fuga dos 17 doentes internados. Aparentemente, o centro funcionava em más condições.
Homens armados atacaram na noite de sábado uma ala do centro de isolamento de doentes com Ébola em Monrovia, capital da Libéria, causando a fuga dos 17 doentes internados, segundo as agências noticiosas internacionais.


Para ver a notícia completa: http://www.africa21digital.com/comportamentos/ver/20039360-jovens-atacam-centro-de-isolamento-para-doentes-de-ebola-na-liberia

Karisa Moreira, n° 26

sábado, 16 de agosto de 2014

Natureza e Conflitos

Natureza e conflitos em África ganham destaque na imprensa alemã
Esta semana, as reportagens sobre África vão da caça furtiva de animais, os conflitos no Níger e na República Centro-Africana, até a análise sobre as repercussões da guerra no Mali, em países vizinhos.
Berliner Zeitung destacou esta semana três temas africanos. O diário berlinense oferece uma análise sobre a desestabilização provocada pela guerra no Mali em diversas outras nações africanas. Os especialistas estão preocupados com a crescente insegurança na região.
O conflito, no Norte do Mali, estaria afetando negativamente a Tunísia, onde combatentes da Al-Qaeda estariam escondidos, o Chade, onde há rumores da presença de islamistas, e a Nigéria, cujo presidente falou esta semana em Estado de exceção.
Meio ambiente em foco
Na terça-feira (21.05), o enfoque africano foram as declarações dos príncipes William e Charles, da Inglaterra, de que irão se engajar fortemente no combate à caça furtiva, especialmente de elefantes e rinocerontes, em África, durante uma conferência realizada na capital britânica.
Segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês), a caça furtiva em África alcançou seu ponto mais alto. No ano passado, somente na África do Sul, 668 rinocerontes foram mortos ilegalmente. E neste ano, o número já quase chega aos 300 animais, dados apresentados na reportagem do Berliner Zeitung.
O terceiro tema africano do jornal alemão foi um estudo conduzido pela organização de proteção à natureza WWF e pela fundação alemã Heinrich-Böll. “O uso de fertilizantes na África destrói o solo” é a manchete da matéria que revela os resultados alcançados.
Segundo os pesquisadores ouvidos pelo Berliner Zeitung, o uso de fertilizantes minerais em regiões tropicais e subtropicais tem efeitos nefastos sobre a qualidade do solo e a segurança alimentar de regiões inteiras. Assim, considera-se um erro que os governos africanos gastem até 70% do seu orçamento agrícola com o subsídio de fertilizantes.
Ataques no Níger
“Islamistas cometem ataque duplo no Níger” foi a manchete da matéria publicada nesta quinta-feira (23.04), no jornal Die Zeit, sobre os ataques à uma mina de urânio explorada pela empresa francesa Areva e a uma base militar no Níger.
“Os autores justificaram os ataques devido ao apoio do Níger à intervenção militar da França no Mali”, escreve o jornalista alemão. A reportagem revela que a ação deixou 23 mortos e diversos militares foram sequestrados, tendo o Movimento Islamista para a Unidade e Jihad na África Ocidental (MUJAO) assumido a responsabilidade.
A matéria traz ainda a reação do presidente francês, François Hollande, que declarou que seu país irá apoiar todos os esforços do Níger para pôr fim aos sequestros.
Reportagem de fundo
Já o jornal Die Tageszeitung, de Berlim, traz uma reportagem de fundo sobre a revolução na República-Centro Africana. A matéria faz um histórico do atual conflito, que teve o início em 24 de Março, mas relembra que desde a independência, em 1960, o país está sob constante instabilidade.
O jornal explica que desta vez trata-se de uma revolução diferente, na qual os rebeldes não são provenientes da classe política, mas sim originários da própria população.







                                                              Thamires Vitória nº 39

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Natureza

Relevo

O relevo da África é, em sua maioria, formada por planaltos. É apresentada pelo continente uma altitude média de mais de 750 metros. As formas de relevo que ocupam todas as regiões centro e oeste são planaltos que se erodiram com intensidade. As rochas mais antigas constituem os planaltos. E os planaltos, propriamente ditos, tem como limites os grandes escarpamentos.
São contornadas pelos planaltos as depressões cujos rios atravessam, nas quais também são encontrados lagos e bacias hidrográficas de maior extensão, das quais podemos citar os rios Nilo, Congo, Chade, Níger, Zambeze, Limpopo, Cubango e Orange. Ao longo do litoral, estão situadas as planícies costeiras, por vezes com muita vastidão, como as planícies do Níger e do Congo.
No leste da África são encontradas um de seus aspectos físicos que mais se destacam: uma falha geológica que se estende no sentido norte-sul, o Grande Vale do Rift, em que são sucedidas montanhas, algumas que no passado geológico eram meros vulcões e depressões de maior extensão. É nessa região que estão localizados os maiores lagos do continente, cujas altas montanhas circundam-os, de mencionar o Kilimanjaro (5 895 m), o monte Quênia (5 199 m) e o Ruwenzori (5 109 m).
Podem ser destacados dois grandes conjuntos formados pela elevação de terras, um na parte setentrional e outro na parte meridional do continente:
  • a Cadeia do Cabo, na África do Sul tem passado geológico muito antigo e seu ponto mais alto são os montes Drakensberg, com altitude superior a 3400 m de altitude.
Dando por completo uma visão do relevo da África, é possível a observação do fato de existir antigos maciços montanhosos em pontos diferenciados do continente: o da Etiópia, que se formou desde erupções de vulcão, o de Fouta Djalon e o de Hoggar, além de muitos outros

Flora e Fauna

Nas áreas de clima equatorial existe uma abundância de chuvas o ano todo; devido à pluviosidade, a vegetação que domina o continente é a floresta equatorial. Nas partes setentrional e meridional dessa faixa, onde há umidade de verão, constatamos o aparecimento das savanas, que são o tipo de vegetação constituinte de maior abundância no continente. As áreas que são circundadas por essa região são zonas que podem contar com a amenidade das temperaturas, pouca chuva e a acentuação das estações secas, como o Sahel.
Ao longo do litoral do mar Mediterrâneo e da África do Sul, é destacada aquilo que os geógrafos e climatólogos a chamam de vegetação mediterrânea. A formação da vegetação mediterrânea é arbustiva e de gramíneas. Na parte meridional do continente, a província florística do Cabo tem relevância.
Como os africanos têm consciência ecológica da preservação de parte significativa de sua vegetação, na África são conservadas ainda inúmeras espécies de sua fauna: na floresta equatorial abrigam-se, de maneira principal, aves e macacos; nas savanas e estepes estão reunidos antílopes, zebras, girafas,leões, leopardos, elefantes, avestruzes e geralmente animais maiores.

Clima

Na África existem quatros tipos climáticos. São eles: equatorial, tropical, desértico e mediterrâneo.
O clima equatorial é de calor e umidade o ano inteiro. A parte abrangida pelo clima equatorial é a região centro-ocidental do continente; o clima tropical é quente com carência de chuvas no invernos. A parte dominada pelo clima é a quase a totalidade das terras africanas, entre o centro e o sul, com inclusão da ilha de Madagascar; a parte compreendida pelo clima desértico é uma grande área extensa da África, que acompanha os desertos do Saara e de Calaari; finalmente, as áreas de manifestação do clima mediterrâneo são pequenos trechos da extremidade setentrional e da extremidade meridional do continente. A apresentação térmica do clima de deserto é de temperaturas elevadas com a umidade dos invernos.
A quantidade de chuvas que caem na África é a causa principal dos muitos diferenciais que existem entre as paisagens africanas. A ocorrência das chuvas é abundante na região cortada pela linha do Equador, mas tem insignificância nas áreas próximas ao Trópico de Câncer, onde está localizado o Deserto do Saara, e do Trópico de Capricórnio, região pela qual o Calaari tem uma área extensa. Os desertos se localizam no interior do território africano e a área de ocupação dos desertos é definida a muitas partes do continente.

















                                                            Amanda Melo nº 03

terça-feira, 12 de agosto de 2014

 NATUREZA DA ÁFRICA


A África é um continente onde a natureza tem um lugar especial, é um continente virgem na qual se destacam vários ecossistemas diversificados, aqui se destaca zonas montanhosas, paisagens, zonas de arbustos, florestas tropicais, tudo em diferentes zonas climáticas.
Em África, existem vários ecossistemas que foram encontrados no Norte de África em Magreb, o Sahara, a Savana, desertos como, por exemplo, o deserto de Kalahari, da Namibia, ou o grande lagos no centro do continente. Além disso, também é de destacar a alta montanha, o Kilimanjaro ou a Atlas como os mais destacados, bem como as áreas de floresta negra. Entre as suas ilhas e arquipélagos destaca-se Cabo Verde, Madagáscar, Seychelles, Maurícias, ou a Ilha de Zanzibar.

África é o principal destino do mundo para todos os amantes da natureza e de aventura, percorrer África pode ser uma aventura, desfrutar da fauna e da flora, das plantas endémicas e das suas flores, bem como das espécies animais, que só se podem encontrar neste continente, é uma oportunidade incrível para qualquer amante da natureza.

A savana, a floresta, o lago, o mar os ecossistemas são variados, incluindo locais como o Kalahari ou do Serengeti, conhecida mundialmente pela sua beleza, bem como o Lago Vitória e do Lago Tanganica, os dois mais importantes do continente localizados na região do Sudão, do Congo, da Tanzânia e do Quénia, mas não pode esquecer também a extrema beleza do deserto do Sahara, ou do deserto da Namibia, na selva do Congo, os parques naturais da África do Sul, etc.
A África do Sul é um país que conta com clima temperado a sul e subtropical no norte do país, o que lhe dá uma biodiversidade importante, A sua flora e a sua fauna é muito diversa, com umas possibilidades incríveis para efetuar turismo ecológico, ou ecoturismo. A natureza é uma das grandes riquezas deste país.

Mais de 20,000 plantas diferentes, com uma biodiversidade das mais destacadas do mundo, vegetação abundante a sul, mais escassa a norte, e várias eco regiões diferentes, como a de Alto Veld, as montanha dos Drakensberg, por baixo dos 2500 metros de altura, o que encontramos acima dessa altura e por último as zonas mais meridionais e os seus vales.


O Parque Nacional Kruger é dos mais em destaque do país, por outro lado, no Bushveld encontramos leos entre a fauna, os leopardos, gnus, hienas, hipopótamos ou girafas, a zona de Bushveld inclusive o Parque Nacional Kruger ou a reserva Mala Mala, a Reserva da Biosfera de Waterbury ou as savanas, a de Zambaza ou a do Kalahari, todas elas de grande valor ecológico.


Além do Parque Nacional Kruger destacamos a Reserva Natural de Modja

dji, chamada assim em honra da Rainha da Chuva. Esta reserva é um centro de investigação do leopardo.



Emily Moura nº 16 


                   Situação de alguns países africanos atingidos pela Aids:


 

            Bruna Paranhos, n°13

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

                      Culturas

A África é um continente de grande diversidade cultural que se vê fortemente ligada à cultura brasileira. Os africanos prezam muito a moral e acreditam até que esta é bem semelhante à religião. Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte etc. Não utilizavam textos e nem imagens para se basearem, mas fazem seus ritos a partir do conhecimento repassado através de gerações antigas.
Seus ritos são realizados em locais determinados com orações comunitárias, danças e cantos que podem ser divididos em: momentos importantes da vida, integração dos seres vivos e para a passagem da vida para a morte.
Sua influência na formação do povo brasileiro é vista até os dias atuais. Apesar do primeiro contato africano com os brasileiros não ter sido satisfatório, esses transmitiram vários costumes como:
- A capoeira, que foi criada logo após a chegada ao Brasil na época da escravização como luta defensiva, já que não tinham acesso a armas de fogo;
- O candomblé, que também marca sua presença no Brasil, principalmente no território baiano onde os escravos antigamente eram desembarcados;
- A culinária recebeu grandes novidades africanas, como o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê.
                     Ritos Africanos
-Ana Paula Berbel.       N°08

curiosidades da africa

30 INFORMAÇÕES E CURIOSIDADES SOBRE A ÁFRICA



Com 30 milhões de quilômetros quadrados, a África é o terceiro maior continente do mundo. Ela cobre 20% das terras do planeta.

O maior país africano é o Sudão, com quase 10% do território continental. O segundo maior é a Argélia.

O menor país do continente são as Ilhas Seycheless, na costa do Índico, próximo a Madagáscar. O segundo mais pequeno é São Tomé e Príncipe, na costa atlântica.

A África é o segundo continente mais populoso do planeta, com um contingente populacional que, em 2005, somava mais de 1 bilhão de pessoas.

O país mais populoso é a Nigéria, com aproximadamente 135 milhões de pessoas. O segundo com maior população é o Egito, com cerca de 80 milhões de habitantes. O terceiro é a Etiópia, com 76 milhões (dados de 2010).

As cidades mais populosa da África são: Lagos, Nigéria (8,7 milhões de habitantes); Cairo, Egito (7,7 milhões de habitantes); Kinshasa, República Democrática do Congo (6,3 milhões); Nairóbi, Quênia (4 milhões) e Adis Adeba (3,6 milhões) (dados de 2011).

A maioria dos habitantes do continente segue o cristianismo, o islamismo e as religiões tradicionais africanas. A porcertagem de cristãos é maior no sul e de islamistas no norte. Existem ainda adeptos do budismo, hinduísmo e outras religiões, como a fé baha’i.

O primeiro Estado africano foi o Egito, formado há mais de 5000 anos atrás.

Os países africanos foram por muito tempo colonizados por europeus. Os movimentos de independência do continente só começaram a tomar corpo após a Segunda Guerra Mundial, quando a Europa foi praticamente destruída pelo conflito. Países como Egito, África do Sul, Gâmbia, Zâmbia e Zimbábue foram colônias britânicas. Angola e Moçambique pertenceram a Portugal. Os franceses colonizaram Tunísia, Marrocos, Guiné-Bissau, Costa do Marfim, Mali, Congo e Madagáscar. A Itália colonizou a Líbia e a Somália. Os alemães ficaram com a Nigéria e a Namíbia.

Os países mais desenvolvidos da África – ou seja, com Maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) - são, por ordem: Ilhas Seychelles, Ilhas Maurício, Tunísia, Cabo Verde e Argélia. Apesar de possuir o melhor IDH do continente africano, as Ilhas Seychelles está em 50o lugar no ranking geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

O último lugar no ranking de IDH da Organização das Nações Unidas (ONU) é Serra Leoa. Não é sem motivos que é considerado o país mais pobre do mundo. Em Serra Leoa, a renda per capita é de 490 dólares por ano e a expectativa de vida é de apenas 39 anos.

Além de Serra Leoa, a lista dos 10 países mais pobres do mundo inclui Chade, Mali, Burkina Faso, Etiópia, Níger, Guiné, Guiné-Bissau, Benin e Moçambique.

Como se não bastasse figurar num dos últimos lugares do ranking de IDH da Organização das Nações Unidos, o Chade é também considerado o país mais corrupto do mundo. Segundo o relatório anual da Transparency International (TI), uma organização não governamental que luta contra o fenômeno, o único país a ameaçar o Chade na triste posicão no ranking de corrupção é Bangladesh, na Ásia.

A Costa do Marfim (Côte d’Ivoire, em francês) recebeu esse nome devido ao intenso comércio de marfim na região. Atualmente, a base da economia é o cacau e não o marfim como muita ainda gente ainda imagina.

A capital da Tanzânia é a cidade de Dodoma, mas a maior parte da cúpula administrativa fica na maior cidade do país: Dar es Salaam.

A Costa do Marfim possui duas capitais: Yamoussoukro (capital constitucional) e Abidjan (sede do governo).

A África do Sul, por sua vez, possui três capitais: Pretória (administrativa), Bloemfontein (judiciária) e Cidade do Cabo (legislativa). 

Acredite, a universidade mais antiga do mundo não é nenhuma universidade européia. A mais antiga é a Karueein, no Marrocos, fundada em 859.

Os três maiores lagos da África ficam no território da Tanzânia. São eles: Vitória, Tanganica e Malauí.

Por falar nisso, você sabia que que, além de ser o lago mais profundo da África, o Tanganica possui espécies de peixes que só existem lá e em nenhum outro lugar?

A mais alta montanha da África é o Monte Kilimanjaro, na fronteira entre o Quênia e a Tanzânia, com quase 5.895 metros.

O maior deserto do mundo é o Deserto do Saara, no norte da África, cuja área é de 9.065.000 quilômetros quadrados, tamanho equiparado ao da Europa.

Outro deserto bastante conhecido é o Deserto do Kalahari, no Sul da África. O Kalahari cobre partes da África do Sul, Namíbia e, principalmente, Botswana. O seu nome deriva da palavra Kgalagadi, que significa “a grande sede”

O segundo maior rio do mundo é o Nilo, com aproximadamente 7088 Km de extensão. O Nilo corta 10 países da África (Uganda, Tanzânia, Ruanda, Quênia, Rep. Democrática do Congo, Burundi, Sudão, Sudão do Sul, Etiópia e Egito), vindo a desaguar no Mar Mediterrâneo.

Dos 15 países mais afetados pela AIDS no ano 2000, 11 eram africanos. Atualmente o país com maior percentual de soropositivos é a África do Sul (12% da população). Aliás, a maior parte das vítimas do HIV no mundo habitam a chamada África Subsaariana, porção do continente ao sul do deserto do Saara.

A população da África deve crescer mais do que a dos outros três continentes (a Ásia é exceção) juntos nos próximos anos.

O país com a menor taxa de urbanização do mundo é Burundi, com 89% da população vivendo em áreas rurais.

O país com a maior taxa de analfabetismo do mundo é Burundi, com um percentual de analfabetos de 22%. Detalhe: dos 10 países mais analfabetos do mundo, nove estão na África.

Existe uma grande fenda geológica que pode, num futuro distante, separar o nordeste da África do restante do continente. Chamada de Vale do Rift, a fenda é um complexo de falhas criado há cerca de 35 milhões de anos com a separação das placas tectônicas africana e arábica.
- Ana Paula Berbel.    n°.08