Um mês depois que a ONU declarou crise de fome na Somália (em 20 de
julho), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a
Alimentação (FAO) alerta para a possibilidade desse quadro já
catastrófico se agravar ainda mais, estendendo-se por todas as regiões
do sul do país e persistindo pelo menos até o fim do ano. A situação
emergencial faz parte de um problema maior, que atinge todo o Chifre da
África e ameaça 13 milhões de pessoas que vivem na Somália, Djibuti,
Etiópia, Uganda e Quênia, além de outros países vizinhos. A região sofre
a pior seca dos últimos 60 anos, mas a crise de fome vêm se estendendo
por décadas.

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